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A Ordem das Cabeças Pensantes   Leave a comment

 

Cabeças Pensantes atentem e vigiem Atenção Mulheres!

Recebi da minha amiga e colaboradora Samirinha Arruda essa informação e por acha-la de utilidade pública peço licença para reproduzir.

 

          ATENÇÃO MULHERES

Água e sabão nas axilas (não deixe de ler!)
Devemos passar a noite com axila limpa e sem desodorante, para ser um momento de respiração livre da axila.
Há um tempo, fui a um seminário, sobre Câncer da Mama, conduzido por
Terry Birk, com o apoio de Dan Sullivan.
Durante os debates, perguntei porque razão a zona mais comum para desenvolver tumores cancerígenos no peito é perto da axila.
A minha pergunta não pode ser respondida na hora.
Esta informação foi-me enviada, recentemente, e alegro-me por a minha pergunta ter sido respondida.
Informei uma amiga que está a fazer quimioterapia e ela comentou que já tinha esta informação, obtida num grupo de apoio que está a frequentar..
Agora quero compartilhar a informação com vocês..
A principal causa de Câncer da Mama é o uso de anti-transpirantes!
Sim, ANTITRANSPIRANTES.
A maioria dos produtos no mercado são uma combinação de anti-transpirantes/ desodorizantes.
Vejam bem os rótulos!
DESODORIZANTE está bem, ANTI-TRANSPIRANTE, não.
A concentração das toxinas provoca a mutação das células:
CÂNCER. Eis aqui a razão:
O corpo humano tem apenas algumas áreas por onde pode eliminar as toxinas:atrás dos joelhos, atrás das orelhas, a área das virilhas e as axilas.
As toxinas são eliminadas com a transpiração.
Os anti-transpirantes, como seu nome diz, evitam a transpiração; portanto, inibem o corpo de eliminar as toxinas através das axilas.
Estas toxinas não desaparecem por artes mágicas.
Como não saem pelo suor, o organismo deposita-as nas glândulas linfáticas que se encontram debaixo dos braços.
A maioria dos tumores cancerígenos do seio, ocorrem neste quadrante superior da área da mama.
Precisamente onde se encontram as glândulas.
Nos homens parece ocorrer em menor proporção, mas também não estão isentos de desenvolver Câncer da Mama por causa dos anti-transpirantes que usam,ao invés de água e sabão.
A diferença está no fato de os anti-transpirantes usados pelos homens não serem aplicados diretamente sobre a pele; ficam, em grande parte, nos pêlos axiais.
As mulheres que aplicam anti-transpirantes logo após rasparem ou depilarem as axilas, aumentam o risco devido a minúsculas feridas e irritações da pele, que fazem com que os componentes químicos nocivos penetrem mais rapidamente no organismo.
Por favor, passem esta mensagem a todas as pessoas..
O Câncer da Mama está a tornar-se tremendamente comum, e este aviso pode salvar algumas vidas.
Se, de alguma forma duvidam desta informação, podem fazer as suas próprias
investigações..
Provavelmente vão chegar à mesma conclusão.
FAVOR DIVULGAR A TODAS AS MULHERES, POR TODOS OS MEIOS DISPONÍVEIS.

—Pois é.

–Mais, muito mais, eternamente-.

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Publicado dezembro 2, 2009 por heitordacosta em Saúde e bem-estar

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  • Cabeças Pensantes atentem e vigiem  Obama Libera o uso como remédio
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  • E.U. advogados disseram para ir atrás de traficantes de maconha, os pacientes não

    • Destaques da história
    • Não é uma prioridade para ir atrás de pacientes de maconha medicinal, cuidadores, diz procurador-geral
    • Mas nenhuma tolerância para os traficantes de drogas escondido atrás de leis de maconha medicinal, diz ele
    • Questões Eric Holder orientações para advogados E.U. em estados onde a maconha medicinal é legal

     

    • Por Terry Frieden
      CNN Produtor Justiça

     

    WASHINGTON (CNN) – O Departamento de Justiça apresentou os procuradores federais "esclarecimento e orientação", exortando-os a ir atrás de traficantes de drogas, mas não os pacientes e cuidadores, nos 14 estados que têm leis de maconha medicinal.

    Signs beckon patients into a medical marijuana clinic in Los Angeles, California.

    Sinais atraem pacientes em uma clínica de maconha medicinal em Los Angeles, Califórnia.

    Um memorando enviado aos advogados E.U. disse que, no desempenho da Justiça pronunciamentos feitos no início deste ano, indicando uma mudança de política para acabar com acusações contra os usuários, as autoridades devem continuar a perseguir traficantes de drogas.

    "Não vai ser uma prioridade para utilizar os recursos federais para processar os pacientes com doenças graves ou de seus responsáveis que respeitam as leis estaduais sobre a maconha medicinal", disse o procurador-geral Eric Holder. "Mas nós não vamos tolerar os traficantes de drogas que se escondem por trás de alegações de conformidade com a lei estadual para mascarar atividades que são claramente ilegais", acrescentou Holder.

    A nota da Procuradoria-Geral David Ogden foi enviada aos advogados E.U. no Alasca, Califórnia, Colorado, Havaí, Maine, Michigan, Montana, Nevada, Novo México, Ohio, Oregon, Rhode Island, Vermont e Washington.

    A questão é particularmente significativa na Califórnia, onde houve uma incerteza sobre a abordagem do governo para invadir os dispensários de maconha, que estão crescendo e prosperando.

    Na Casa Branca, o porta-voz Robert Gibbs, disse: "Eu não vou entrar em que os Estados devem fazer. A nota que foi enviada hoje aos advogados E.U. simplesmente acrescenta orientações para uma decisão de que o procurador-geral Titular falou em meados de março e tem sido política da administração desde o início desta administração, em janeiro. "

    Essa política marca uma mudança de posição da administração Bush, apoiado pelo Supremo Tribunal, que os agentes federais têm direito a perseguir os dispensários de maconha e clientes a qualquer momento lei federal de drogas só foi violada.

    A Organização Nacional para a Reforma da legislação sobre a maconha, que defende a legalização da maconha, declarou nota do governo de segunda-feira uma partida "importante na chamada guerra contra as drogas" e "uma grande vitória para os cidadãos que apóiam a reforma da lei de cannabis".

    Drug Enforcement Administration funcionários contestou essa afirmação.

    "Continuamos empenhados em prosseguir em grande escala as organizações criminosas do tráfico de drogas", disse um funcionário da DEA. "Se você olhar quem fomos depois, você verá claramente que eles estão quebrando a lei da Califórnia. O limite é estaduais e municipais lei".

    A orientação do Departamento da Justiça disse que não seria um uso inteligente dos recursos federais para ir atrás de "indivíduos com câncer ou outras doenças graves que o uso da maconha como parte de um esquema de tratamento recomendado de acordo com a lei estadual aplicável."

    Mas memo Ogden, adverte que as autoridades federais continuará a perseguir os sinais de tráfico ilegal de drogas, incluindo maconha. A nota diz que essas características iria incluir "posse ou utilização ilegal de armas de fogo, a violência, a venda a menores, lavagem de dinheiro, porte ilegal ou a venda de outras substâncias controladas, ou vínculos com outras empresas criminosas".

    —–Pois é; essa é outra realidade. Porém, existem outras.

    —Mais, muito mais eternamente-.

    Publicado outubro 20, 2009 por heitordacosta em Saúde e bem-estar

    Cabeças Pensantes atentem e vigiem   Leave a comment

     

       Foto-Heitor     É preciso saber viver

     

    Vamos aproveitar que eles estão de férias.

     

                    Censurado

     

    -mais, muito mais, eternamente-.

    Publicado julho 18, 2009 por heitordacosta em Saúde e bem-estar

    Cabeças Pensantes atentem e vigiem- Assim caminha a Humanidade-   1 comment

     
     
              Cabeças Pensantes atentem e vigiem
     
                                                                Assim caminha a Humanidade
    ]

    Cabeças Pensantes atentem e vigiem

    Assim caminha a Humanidade,

    O mar da cor verde piscina apresentava calmas maretas. O céu azul, limpo, imensamente lindo! Eu estou sentado em um banco em frente ao parque Garota de Ipanema e, a praia do Arpoador.

    É primavera, a população afluiu em massa. Encontro-me em estado contemplativo. Aprecio e admiro a manifesta obra. Em dado momento vejo a figura de um homem aparentando ter idade, 60 anos presumíveis. O seu corpo um pouco encurvado, com passos curtos arrastados, aproxima-se lentamente de onde estou.

    Percebo que soluça, um choro abafado, sofrido. Levanto a sua frente. Pergunto se está precisando de ajuda, de cabeça baixa, não responde. Seguro seu braço e convidou-o a sentar-se no banco. Olhando seu rosto, agora mais próximo, percebo rugas profundas. Seus olhos estão fixos no infinito. Tento imaginar porque chora uma pessoa daquela idade, em uma linda manhã de primavera.

    Subitamente virando-se em minha direção começa falar;

    -minha mulher está com câncer. Ela tem 62 anos, é mais velha do que eu dois anos.  Nós estamos casados há 40 anos, não temos filhos e nem parentes, neste mundo apenas eu e, ela.

    Faz uma pausa, olha para o chão e recomeça chorar. Tento fazer algo que possa melhorar aquele momento, procuro fazer que tenha esperança, a medicina e seus modernos meios, conhecimentos, equipamentos, remédios, pesquisas, médicos, tem ajudado muito. Vários casos, alguns gravíssimos obtiveram melhoras.

    Neste momento sou interrompido. Segurando minha mão, ele fala: -Esse é justamente o problema. Para ter acesso a esse recurso de elite é preciso ter dinheiro. Isso só lhe dá como alternativa vender o apartamento, seu único patrimônio. Porém uma cruel dúvida lhe aflige. E depois tomada à decisão de vender o apartamento, o inevitável acontecer; sua mulher morrer?

    -Meu Deus! Então entendi a razão de sua angústia. Para ele o bem material seria melhor escolha, mas, e a companheira de tantos anos? Atordoado mantive-me calado. Lentamente ele levantou-se e sem dizer mas nada, recomeça sua caminhada.

    Percebo que os meus olhos estão marejados, é preciso dar um mergulho.  

    -Mais, muito mais, eternamente-

     

     

     

     

     

     

     

          

    Publicado dezembro 17, 2008 por heitordacosta em Saúde e bem-estar

    Cabeças Pensantes atentem e vigiem   Leave a comment

     Foto-Heitor            

                                    Canibalismo parte IV

     

     

     

     

     

     

     

     

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    -mais, muito mais, eternamente-

    Publicado dezembro 3, 2008 por heitordacosta em Saúde e bem-estar

    Cabeças pensantes atentem e vigiem   Leave a comment

    Foto-Heitor   

                                                                  Cabeças Pensantes atentem e vigiem

                                                                  Canibalismo parte III

     

    Eu peço licença aos senhores para apresentar um artigo do professor Ronald Rominelli onde ele descreve como era praticada antigamente o canibalismo.

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    Na Grécia antiga, o ato de comer carne humana era denominado anthropophagía. Somente depois da descoberta da América, difundiu-se o termo canibalismo. Sua origem remonta à primeira viagem de Colombo, quando o navegador soube, por intermédio dos arawak, que os carib, seus inimigos, eram ferozes, bárbaros e conhecidos como cariba. Antropófagos e canibais são, em princípio, idênticos, mas há uma importante distinção: antropofagia seria ritual, enquanto o canibalismo ocorreria motivado pela necessidade, pela fome. Essa diferença destaca que o consumo da carne humana como mantimento era mais degradante do que a ingestão segundo regras sociais. Os antropólogos discordam da variação, pois não há notícias de sociedade que consumiu carne humana como alimento. No período colonial, foram descritos dois tipos de canibalismo ou antropofagia: exo-canibalismo, comum entre os tupis, e endo-canibalismo, praticado, segundo cronistas coloniais, pelos tapuias do nordeste.

    Entre os primeiros, os festins canibais faziam parte da guerra. O prisioneiro era conduzido à aldeia, onde, mais tarde, encontraria a morte em ritual marcado pela vingança e coragem. Logo após a chegada, o chefe designava uma mulher para casar com ele, mas ela não podia afeiçoar-se ao esposo. O dia da execução era uma grande festa. No centro da aldeia, os índios, sobretudo as índias, se alvoroçavam. Os vizinhos também estavam convidados, todos provariam da carne do oponente. No ritual, homens, mulheres e crianças lembravam e vingavam-se dos parentes mortos. Imobilizada, a vítima não esquecia do ímpeto guerreiro: enfrentava com bravura os inimigos e perpetuava o sentimento de vingança. Seus parentes logo o reparariam a sua morte. Essa morte era honrosa, criava elos entre amigos e entre inimigos e identidade entre grupos. Depois de morto, a carne era dividida entre músculos e entranhas. As partes duras eram moqueadas e consumidas pelos homens; mulheres e crianças ingeriam as partes internas cozidas em forma de mingau. O matador, no entanto, não participava do banquete, entrava em resguardo e trocava de nome. Com a colonização, esse rito foi paulatinamente abandonado, provocando, segundo Eduardo Viveiro de Castro, a perda de uma dimensão essencial da sociedade tupinambá: a identidade. O antropólogo ainda comenta que a repressão ao canibalismo não foi o único motivo para o abandono. Os europeus passaram a ocupar o lugar e as funções dos inimigos, alterando a lógica do ritual.

    O endo-canibalismo não se pautava na vingança, mas na ingestão da carne de amigos ou parentes já mortos. Entre os tapuias, não havia melhor túmulo do que as entranhas dos companheiros. Era um ato de amor: mães e pais devoravam seus filhos. Depois de morto, o parente era retalhado e cozido em uma panela. Incineravam os ossos e, em seguida, raspavam-no. Nada era esquecido, nem mesmo o pó que era engolido com água. Os restos eram guardados e consumidos, posteriormente, em solenidades. Ao término do repasto, punham-se a gritar e a chorar.

    Ronald Raminelli é professor de História da UFF

    -Mais, muito mais, eternamente-

    Publicado dezembro 2, 2008 por heitordacosta em Saúde e bem-estar

    Cabeças Pensantes atentem e vigiem -Canibalismo parte II-   Leave a comment

     
     
     Foto-Heitor    

                                                             Cabeças Pensantes atentem e vigiem

                                                             Canibalismo parte II

    A sociedade indígena na época da chegada dos portugueses. 
    O primeiro contato entre índios e portugueses em 1500 foi de muita estranheza para ambas as partes. As duas culturas eram muito diferentes e pertenciam a mundos completamente distintos. Sabemos muito sobre os índios que viviam naquela época, graças a Carta de Pero Vaz de Caminha (escrivão da expedição de Pedro Álvares Cabral ) e também aos documentos deixados pelos padres jesuítas.

    Os indígenas que habitavam o Brasil em 1500 viviam da caça, da pesca e da agricultura de milho, amendoim, feijão, abóbora, bata-doce e principalmente mandioca. Esta agricultura era praticada de forma bem rudimentar, pois utilizavam a técnica da coivara (derrubada de mata e queimada para limpar o solo para o plantio).
    Os índios domesticavam animais de pequeno porte como, por exemplo, porco do mato e capivara. Não conheciam o cavalo, o boi e a galinha. Na Carta de Caminha é relatado que os índios se espantaram ao entrar em contato pela primeira vez com uma galinha.

    As tribos indígenas possuíam uma relação baseada em regras sociais, políticas e religiosas. O contato entre as tribos acontecia em momentos de guerras, casamentos, cerimônias de enterro e também no momento de estabelecer alianças contra um inimigo comum.

    Os índios faziam objetos utilizando as matérias-primas da natureza. Vale lembrar que índio respeita muito o meio ambiente, retirando dele somente o necessário para a sua sobrevivência. Desta madeira, construíam canoas, arcos e flechas e suas habitações (oca). A palha era utilizada para fazer cestos, esteiras, redes e outros objetos. A cerâmica também era muito utilizada para fazer potes, panelas e utensílios domésticos em geral. Penas e peles de animais serviam para fazer roupas ou enfeites para as cerimônias das tribos. O urucum era muito usado para fazer pinturas no corpo.

    A organização social dos índios
    Entre os indígenas não há classes sociais como a do homem branco. Todos têm os mesmo direitos e recebem o mesmo tratamento. A terra, por exemplo, pertence a todos e quando um índio caça, costuma dividir com os habitantes de sua tribo. Apenas os instrumentos de trabalho (machado, arcos, flechas, arpões) são de propriedade individual. O trabalho na tribo é realizado por todos, porém possui uma divisão por sexo e idade. As mulheres são responsáveis pela comida, crianças, colheita e plantio. Já os homens da tribo ficam encarregados do trabalho mais pesado: caça, pesca, guerra e derrubada das árvores.

    Duas figuras importantes na organização das tribos são o pajé e o cacique. O pajé é o sacerdote da tribo, pois conhece todos os rituais e recebe as mensagens dos deuses. Ele também é o curandeiro, pois conhece todos os chás e ervas para curar doenças. Ele que faz o ritual da pajelança, onde evoca os deuses da floresta e dos ancestrais para ajudar na cura. O cacique, também importante na vida tribal, faz o papel de chefe, pois organiza e orienta os índios. 

    A educação indígena é bem interessante. Os pequenos índios, conhecidos como curumins, aprender desde pequenos e de forma prática. Costumam observar o que os adultos fazem e vão treinando desde cedo. Quando o pai vai caçar, costuma levar o indiozinho junto para que este aprender. Portanto a educação indígena é bem pratica e vinculada a realidade da vida da tribo indígena. Quando atinge os 13 os 14 anos, o jovem passa por um teste e uma cerimônia para ingressar na vida adulta.

    Os contatos entre indígenas e portugueses
    Como dissemos, os primeiros contatos foram de estranheza e de certa admiração e respeito. Caminha relata a troca de sinais, presentes e informações. Quando os portugueses começam a explorar o pau-brasil das matas, começam a escravizar muitos indígenas ou a utilizar o escambo. Davam espelhos, apitos, colares e chocalhos para os indígenas em troca de seu trabalho. 
    O canto que se segue foi muito prejudicial aos povos indígenas. Interessados nas terras, os portugueses usaram a violência contra os índios. Para tomar as terras, chegavam a matar os nativos ou até mesmo transmitir doenças a eles para dizimar tribos e tomar as terras. Esse comportamento violento seguiu-se por séculos, resultando no pequenos número de índios que temos hoje.
    A visão que o europeu tinha a respeito dos índios era eurocêntrica. Os portugueses achavam-se superiores aos indígenas e, portanto, deveriam dominá-los e colocá-los ao seu serviço. A cultura indígena era considera pelo europeu como sendo inferior e grosseira. Dentro desta visão, acreditavam que sua função era convertê-los ao cristianismo e fazer os índios seguirem a cultura européia. Foi assim, que aos poucos, os índios foram perdendo sua cultura e também sua identidade.

     


     

    Canibalismo

    Algumas tribos eram canibais como, por exemplo, os tupinambás que habitavam o litoral da região sudeste do Brasil. A antropofagia era praticada, pois acreditavam que ao comerem carne humana do inimigo estariam incorporando a sabedoria, valentia e conhecimentos. Desta forma, não se alimentavam da carne de pessoas fracas ou covardes. A prática do canibalismo era feita em rituais simbólicos.


    Religião Indígena
    Cada nação indígena possuía crenças e rituais religiosos diferenciados. Porém, todas as tribos acreditavam nas forças da natureza e nos espíritos dos antepassados. Para estes deuses e espíritos, faziam rituais, cerimônias e festas. O pajé era o responsável por transmitir estes conhecimentos aos habitantes da tribo. Algumas tribos chegavam a enterrar o corpo dos índios em grandes vasos de cerâmica, onde além do cadáver ficavam os objetos pessoais. Isto mostra que estas tribos acreditavam numa vida após a morte.

    Principais etnias indígenas brasileiras na atualidade e população estimada 
    Ticuna (35.000), Guarani (30.000), Caiagangue (25.000), Macuxi (20.000), Terena (16.000), Guajajara (14.000), Xavante (12.000), Ianomâmi (12.000), Pataxó (9.700), Potiguara (7.700). 
    Fonte: Funai (Fundação Nacional do Índio).

    -mais,muito mais, eternamente-

    Publicado dezembro 1, 2008 por heitordacosta em Saúde e bem-estar