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A Ordem das Cabeças Pensantes   Leave a comment

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Publicado dezembro 31, 2009 por heitordacosta em IMPUNIDADE

A Ordem das Cabeças Pensantes   Leave a comment

Cabeças Pensantes atentem e vigiem           -Mais uma tentativa!-

" Não se pode perder uma oportunidade sequer para reafirmar a LIBERDADE de EXPRESSÃO."

 

                         ministro ayres brito

 

Artigo 220 da Carta-

“Nenhuma Lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação. Os incisos 4. 5. 9. 10. 13. Do artigo quinto “Direitos e deveres individuais e coletivos”.

O resto é apenas delírio fugaz. Mórbida pretensão de cercear a imprensa e blindar maracutaias.

 

 

 

A imprensa e a democracia, na vigente ordem constitucional brasileira, são irmãs siamesas uma abriga a outra, solene e agradecidamente.

“Eu sou quem sou para serdes vós quem sois”.

 

Mais, muito mais, eternamente

Publicado dezembro 18, 2009 por heitordacosta em Uncategorized

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Cabeças Pensantes atentem e vigiem

  • Peço licença aos senhores para reproduzir esta reportagem.

Pai dá dinheiro a traficantes para não aliciarem seu filho de 21 anos

Funcionário público aposentado paga os traficantes para que não vendam crack ao filho

Humberto Trezzi e Ronaldi Bernardi  |  humberto.trezzi@zerohora.com.br ronaldobernardi@zerohora.com.br

Aos 52 anos, o empresário Roberto chorou ao descobrir que o vício havia domado o mais novo de seus dois filhos, Leonardo. Um metro e setenta e cinco “de pura inteligência”, segundo o orgulhoso pai, um aplicado estudante de Direito com 21 anos de idade. O “guri”, como a família o chama, não fraquejou para uma droga qualquer. Fuma de tudo e cheira de tudo. Principalmente crack e cocaína. O pai percebeu logo. Reconheceu os sinais: a agitação constante, a falta de concentração, os olhos avermelhados, os objetos de valor sumindo da casa.
Foi como um tiro. A vida de Roberto ia bem. Funcionário público aposentado, ele ainda recebe uma renda mensal pelo aluguel de um terreno. Mora em uma casa de dois andares, piscina, com sala de piano e sala de estudos, além de sete quartos. Cercada com muros altos e gradeados, ainda recebe a proteção de quatro cães.
Em vídeo, confira o relato do pai:
Aí veio o crack “e tomou de assalto” o guri, descreve o pai extremoso, daqueles que nunca negou colégio e faculdade particular aos filhos.
O mais inusitado é a forma como Roberto encontrou para tentar afastar Leonardo das drogas. Ele paga os traficantes para que não vendam crack ao filho. Oferece o mesmo valor da “pedra”, desde que eles não coloquem o produto na mão do jovem. E eles aceitam.
– Gastei R$ 15 mil com ele num ano, um carro zero em um ano e meio. Só nessa vidinha de pagar dívidas contraídas em função da droga, subornar bocas de fumo, financiar tratamento em clínicas privadas – recorda Roberto.
O empresário repete as palavras que o próprio traficante disse ao seu filho, quando Roberto foi buscá-lo na boca de fumo pela quarta vez:
– Vai te embora, guri. Tu é de família boa, estudante, tem futuro. O que tá fazendo aqui, se perdendo na vida?
O traficante virou informante do pai desesperado. Cada vez que Leonardo pisa na vila, o telefone de Roberto toca. É um vaposeiro (vendedor varejista de droga), avisando que o guri está mendigando uma dose de crack pela vizinhança. Aí Roberto pega seu carro do ano e vai na boca de fumo, arrasta o filho pelo braço e, com o outro, paga pela droga não usada. R$ 20, R$ 50, varia conforme o traficante e conforme a fissura do filho. Tem dias em que ele consome cinco pedras de R$ 5, outros dias são 10.
O traficante também denuncia quando Leonardo está na boca de fumo rival, na mesma vila. Os amigos não se espantam. Jeito de surfista, fala mansa, Roberto conhece as drogas. Filho de policial civil, foi usuário quando era jovem em Alvorada. Parou aos 35 anos, “naquelas promessas de Réveillon”.
Jovem está internado em fazenda terapêutica
Agora pai, Roberto teme perder o filho para as drogas. Magro, quase franzino, perdeu a paciência ao saber que o filho tinha trocado por droga um abrigo recém-presenteado, no valor de R$ 200. Entregou por R$ 5 numa boca de fumo.
Leonardo viu o pai irromper furioso na casa que funciona de quartel do tráfico. Exigiu a jaqueta, o traficante não quis, ele se atracou a socos com o criminoso e o deixou sangrando no chão. Arrastou a jaqueta e ainda um óculos escuro que o filho tinha deixado ali, em outra ocasião. A valentia teve um custo. O bandido está atrás de Roberto. O empresário, para se defender, comprou um revólver e circula armado pela cidade. A paz virou loteria.
Mas Roberto teve, nas últimas semanas, momentos de alegria. Foi quando o filho decidiu, por conta própria, buscar ajuda numa fazenda terapêutica. Leonardo está internado em Sapucaia do Sul, carpindo de sol a sol, contando os minutos longe da droga, como quem se benze ao conseguir mais um minuto longe de Satanás. É a terceira vez que o jovem tenta se livrar do prazer que escraviza. Nas outras duas, médicos o doparam, para esquecer a fissura do crack. Ficou longe por 30 dias, numa. Por 45 dias, na segunda tentativa. Voltou à pedra.
As idas e vindas em busca do filho drogado ajudaram a branquear o cabelo de Roberto. Nessa entrevista, concedida ontem a Zero Hora, o empresário desabafa, se lamenta, alterna momentos de comemoração e de frustrações. E detalha a tortura que é lutar contra a epidemia do século.

***

Na tarde de ontem, nas proximidades da orla do Guaíba, o funcionário público aposentado de 52 anos conversou com Zero Hora e relatou o drama que está vivendo com o filho mais novo.
Confira trechos da entrevista :
Zero Hora – Como começou o seu drama?
Roberto – É mais que um drama, é uma novela. Vi os sinais. Ele andava sempre agitado. Chamei num canto e prensei, falei que conhecia os sintomas. Ele negou, minha mulher não queria acreditar. Aí achamos cocaína. Os amigos que circulavam com ele admitiram que, na faculdade, rolava droga direto. Eles tinham até um esconderijo onde guardavam pedra e fumavam. Foi um choque. Chorei. Desconfiava que ele fumava maconha desde os 16 anos, o que ele me confirmou. Mas crack? Embrabeci. Aquilo é um sumidouro de dinheiro, de saúde, de tudo. Depois me acalmei e fui à luta. Levamos ele pelo braço duas vezes até psiquiatras, indicados pelos serviços públicos de saúde. Eles deram remédio. Na primeira vez, o Leonardo dormia 18 horas por dia, direto. Ficou sonado, meio abobalhado. Achamos que estava bem, suspendemos a medicação. Ele voltou ao crack em seguida. Começaram a sumir coisas em casa. Minha mulher só tem agora as joias que consegue carregar no braço. As outras ele vendeu tudo – e tinha muita herança de família. O guri, que é meigo, vivia brigando com a namorada. Ela largou o Leonardo. Aí ele piorou, se jogou de cabeça na droga, vendia até a roupa do corpo. Começou a fumar pitico, que é uma mistura de crack e maconha, um lixo que andam vendendo por aí.
ZH – E o senhor ia atrás?
Roberto – Sempre. Levava e trazia da faculdade. O guri tava como num presídio semiaberto… Com liberdade vigiada. Na fissura pela droga, ele pulava do segundo andar, em casa, à noite, para percorrer as bocas-de-fumo. Descobriu até como burlar o alarme infravermelho e sair sem acionar o sinal sonoro. Um artista. Todo drogado é artista, no mau sentido.
ZH – Como surgiu a ideia de pagar os traficantes?
Roberto– Puro desespero. Começou quando ele vendeu um relógio caro na boca de fumo, por uma ninharia em droga. Aí fui lá, falei com o vapozeiro (varejista da droga), paguei R$ 50 e resgatei o relógio. Acertei com o cara: da próxima vez que o Leonardo aparecer, tu me avisa, te dou R$ 20. E aí começou essa roda-viva. Até o vendedor de crack tem pena do guri. Uma vez ele deu um sermão no Leonardo, na minha frente. Disse: “tu é um guri de presença, de boa família, estudante. Cai fora dessa, pra ti não vendo mais, olha o desespero do teu pai”. O Leonardo chorou. Mas, noutro dia, estava em outra boca de fumo. Aí o traficante começou a me avisar quando o guri aparecia na vila, pedindo crack para os outros malandros, concorrentes daquela boca.
ZH – Foi aí que o senhor lutou com o traficante?
Roberto – Pois é. Ignorei com o cara. Mas, na hora, não pensei em nada disso. Foi porque o guri vendeu um abrigo de R$ 200 que eu e a mãe dele tínhamos presenteado, no fim de semana. Em dois dias, a roupa sumiu. Aí mandei buscar. Ele confessou que estava na boca de fumo. Fui lá, dei R$ 10 pro vapozeiro e mandei que fosse resgatar o abrigo com o traficante. O traficante não entregou, disse que valia mais. Aí me deu uma coisa, entrei na casa e enchi o sujeito de soco. Ele era grandão, mas peguei de surpresa. Arranquei o abrigo e saí fora. Agora estou me incomodando. O traficante anda com uma dupla, atrás de mim. Tive de comprar uma arma, um revólver 38. Ele não vai me pegar desprevenido. Acho que vai desistir.
ZH – E se não desistir?
Roberto – Paciência…Meus filhos são tudo para mim. Fiz burradas, mas hoje estou bem de vida. Eles não vão estragar as vidas deles. Aliás, o mais velho tá muito bem, obrigado. Sinal de que nem tudo está perdido. Vou dizer uma coisa: pai não vê que o filho usa droga porque não quer. A gente quer se enganar, todo pai é assim. Mas a droga está na escola, nas festas, na casa dos amigos deles.
ZH – Onde está o Leonardo, agora?
Roberto – Numa fazenda terapêutica. Dando duro. Carpindo. Cavando buraco. Plantando. O objetivo é voltar a valorizar as coisas simples da vida, o suor. Voltar a ter domínio sobre si mesmo. São três meses iniciais, nove meses ao todo. Nove meses porque simboliza o renascimento da pessoa. Se conseguir ficar um ano afastado das drogas, ele é diplomado. É difícil, 90% dos dependentes recaem. Leonardo já recaiu duas vezes. A saída, agora, é afastá-lo das antigas companhias. E arranjar trabalho para ele.
ZH – O senhor não acha errado subornar criminoso? Que conselhos o senhor dá?
Roberto– Sempre fui bonachão com os filhos, dava tudo. Dizem que isso não é bom. Sei que subornar não é a melhor saída, mas estou desesperado. Não me arrependo. E conselho não dou, faço é um apelo, às autoridades: olhem para o drama das drogas. Gastem dinheiro na prevenção e, também, em tratamento. Se são 55 mil viciados em crack no Rio Grande do Sul, pode multiplicar por 10 esse número para ver quantas pessoas são atingidas. Coloca nessa conta os pais, tios, irmãos. Todos têm a vida transtornada pelo dependente. Sofrem com ele. Se endividam com ele. Se enterram com ele. E, quem sabe, voltem a sorrir com ele.

—Pois é ; esse senhor em seu desespero ignora o perigo e vai resgatar das garras do mal , seu filho. Esse caso acontece no sul, eu fico pensando, se fosse no Rio de Janeiro esse senhor talvez não tivesse chance de estabelecer esse tipo de negociação.

— Mais, muito mais, eternamente-.

Publicado dezembro 17, 2009 por heitordacosta em Saúde e bem-estar

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Cabeças Pensantes atentem e vigiem

Frases de personalidades importantes, mas que não fazem sucesso em Copenhague

publicadas no jornal Tribuna da Imprensa do jornalista Helio Fernandes-

1 – Do paleontologista  Stephen Jay Gould: “É melhor assinar os papéis, enquanto o planeta está querendo fazer acordo”.

2 – De Carl Sagan, astrônomo: “O Universo não é obrigado a estar em perfeita harmonia com a ambição humana”.

3 – Do Time Magazine: “Em um país subdesenvolvido, não beba água. Em país desenvolvido, não respire ar”.

4 – Edward O. Wilson, professor de Entomologia de Harvard: “Se toda a humanidade desaparecesse, o mundo voltaria ao rico estado de equilíbrio que existia há 10 mil anos. Se os insetos desaparecessem, o ambiente iria do colapso ao caos”.

5 – De John Young, ex-astronauta: “Se você quiser ver uma espécie em perigo, levante-se e olhe no espelho”.

6 – Hans Christian Andersen, ele mesmo, o famoso escritor: “Somente viver não é o suficiente. É preciso ter raios de sol, liberdade e um pouco de flores”.

7 – Herman Daly, ecologista: “Há algo fundamentalmente errado em tratar a Terra como se fosse um negócio em liquidação”.

8 – Einstein: “Sobreviver irá exigir da raça humana uma maneira substancialmente nova de pensar”.

9 – John Baldacci, político dos EUA: “O consumo de energia é um assunto que interessa tanto ao nosso ambiente quanto à nossa economia”.

10 –Elwyn Brooks White, escritor e poeta: “Eu me sentiria mais otimista sobre um futuro brilhante para o homem, se ele gastasse menos tempo provando que pode levar a melhor sobre a natureza, e mais tempo saboreando a doçura e respeitando sua maturidade”.

—Pois é…..enquanto isso uma figura do governo disse que;”Um bilhão de dólares não faz nem cosquinha”.

—Mais, muito mais, eternamente-.

Publicado dezembro 16, 2009 por heitordacosta em Cultura

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Cabeças Pensantes atentem e vigiem  Lá……

 

              Berlusconi resta in ospedale. "Perché mi odiano?"  

 

 

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                         Il volto del presidente del Consiglio ferito. A destra Massimo Tartaglia, l’aggressore.

—–Pois é……..

—Mais, muito mais, eternamente-.

 

 

 

 

 

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Publicado dezembro 14, 2009 por heitordacosta em OS ESPETÁCULOS

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Cabeças Pensantes atentem vigiem. Manda quem pode obedece quem não pode reagir.

 

Manifestantes contra José Roberto Arruda entram em confronto com a polícia, em Brasília // ABr (ABr)

   

 

                          Arruda anuncia desfiliação do DEM, em Brasília // ABr (ABr)

  • —Não adianta protestarem, subverter a ordem estabelecida. O meu governo não permitirá, usarei a força contra esses agitadores. O povo, a lei, os meus comparsas e, os rabos presos, estão solidários a mim e ao meu governo. Estou me lixando para vocês.

—–Pois é …Aqui vai um recado. Oi turma de Brasilia, DETRITO FEDERAL; Não esmoreçam. Vamos em frente!

—Mais, muito mais, eternamente-.

Publicado dezembro 13, 2009 por heitordacosta em IMPUNIDADE

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Cabeças Pensantes atentem e vigiem     Ordem e Progresso

 

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—-Pois é… Chegamos aonde não deveriamos ir. O Povo quando mostra sua indignação sofre repressão. É por isso que chegamos ao fundo do poço. Os ladravazes, estão seguros de suas ações criminosas.Para esses casos,mais um de colarinho branco, (diria imundo) as maracutaias jurídicas através de certas dileções advogaticias, dá a eles, os larápios, proteção de seus cargos, consequentemente a garantia de impunidade. Então o que se observa é; demonstração de notório saber jurídico em prol de certos interesses. A lei de interesse da sociedade as vezes, não consegue obedecer os clamores dela emanados na maioria dos casos justos,por correr o risco de ser interpretada levianamente. 

Vejamos- O que é flagrante? –O Larápio continua a frente do Poder.As notas marcadas pela PF, Algumas sumiram. Algo em torno 500mil. Se houve vazamento,então o caso torna-se mais grave.Agravante, formação de quadrilha precisa da participação de três ou mais elementos, neste caso são VÁRIOS.

VAMOS AGORA PARA OUTRO CASO; O sr Luis Inacio Lula da Silva -nunca antes neste pais-,querendo fazer jus a sua popularidade, aliás, vou pedir licença e abrir um parênteses para contar um fato que talvez seja útil ao senhor em questão.

‘Contam que uma vez o rei Dom João VI resolveu compartilhar um almoço (tomar sopa) com a tropa. Aproximou-se dele o Comandante Duque de Caxias e disse-lhe: Essa sua ATITUDE NÃO O TORNARÁ POPULAR, M AS SIM, um demagogo.”     

Então, quem leu, se leu o Principe,  de autoria de Nicolau Maquiavel, precisa explicar melhor a esse senhor. Para ser amado não precisa falar m…..

Outro assunto. O supremo tribunal federal –assim mesmo-, manteve a CENSURA IMPOSTA AO JORNAL ESTADO DE SÂO PAULO. " VISÃO AUTORITÁRIA QUE POR MEIO DO PODER GERAL DE CAUTELA, JUSTIFICA A PRÁTICA DA CENSURA". Ministro CELSO DE MELLO.

Semânticas juridicas. Sugestão. Já que o arrepio está caracterizado, publique-se as informações obtidas, e vamos aguardar a velocidade das contra versas.

—Então diante de tanta imoralidade, sem-vergonhice , sob sinal de protesto coloco essa linda derriere. O que será mais imoral? ELA. A DERRIERE. FOI CONSIDERADA IMORAL, PORNOGRAFICA CENSURADA. O RESTO NÃO ATINGE A "MORAL’.

Bom final de semana a todos.

—-Mais, muito mais, eternamente-.  

Publicado dezembro 12, 2009 por heitordacosta em IMPUNIDADE