Arquivo para outubro 2008

Cabeças Pensantes atentem e vigiem   Leave a comment

 

Foto-Heitor          Ressaca Chegando…

                                

 

                                                                                                                          

 

 Cumpanheiro Bucha, obrigado pelo aviso,

já avisei a cumpanheira Dilma

para comprar colete salva vida

Eu estou de olho.          

                                                                                                                   brasil9

 

 

     I am querido by calling warns you that marolinha and now turned hangover you be careful, because behind is a tusimane

 

Aviso aos Navegantes, "povo"; nem marolinha, nem ressaca, nem tusiname. Vem é chumbo grosso mesmo. ‘Olho vivo, cavalo não desce escada.

-Mais, muito mais, eternamente-.

Publicado outubro 31, 2008 por heitordacosta em Uncategorized

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Foto-Heitor              O Terremoto no Paquistão

 

Um terremoto de 6,4 graus na escala Richter que atingiu o Baluquistão, no sudoeste do Paquistão, deixou pelo menos 175 mortos e 360 feridos 12 mil pessoas ficaram desabrigadas. O epicentro do tremor foi registrado no Vale do Ziarat um dos principais destinos turísticos da província.

 

 

 

 

 

 

An earthquake measuring 6.5 on the Richter scale jolted parts of southwestern Baluchistan Province early Wednesday, causing widespread destruction, Pakistani officials said. At left, a man walked through the remains of his home in Ziarat.

t least 150 people were killed and hundreds were injured

 

 

The earthquake struck Quetta, the provincial capital, and several districts of the province between 4:30 a.m. and 5:10 a.m., local time.

Photo: Waheed Khan/European Pressphoto Agency

 

 

Paramedics treated an injured man in Ziarat. Rescue teams scrambled to help residents and hospitals

 

 

 

Women stitched burial clothes as they sat next to the bodies of relatives.

photo: Waheed Khan/European Pressphoto Agency

 

 

Pakistani men mourned children who were killed by the earthquake in Ziarat, about 80 miles south of the provincial capital of Quetta. The earthquake struck Quetta and several districts of Baluchistan Province at 5:10 a.m. local time, the state-run news agency reported. The quake has left an estimated 15,000 homeless, officials said.

Photo: Arshad Butt/Associated Press

 

Pakistan lies in an area of high seismic activity, and in October 2005, an earthquake registering 7.6 on the Richter scale killed more than 75,000 people in northern Pakistan. At left, villagers looked at bodies of victims wrapped for burial after the earthquake on Wednesday.

Photo: Arshad Butt/Associated Press

 

A funeral in Ziarat.

Photo: Waheed Khan/European Pressphoto Agency

 

Villagers sat with a body as others dug a grave in Ziarat. Farooq Ahmed Khan, the head of the national disaster management agency, described the earthquake as "localized" and said there was no immediate need to appeal for international assistance. But "any outside help is welcome," he added.

Photo: Arshad Butt/Associated Press

-Mais, muito mais, eternamente-

Publicado outubro 30, 2008 por heitordacosta em Uncategorized

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Foto-Heitor                aMAZÔNIa nAZISTa ?

 

Livro revela planos para ‘colônia nazista amazônica’ em 1935

Nazistas planejavam invadir Suriname e Guiana Francesa para diminuir influência dos EUA na região

Cabeças Pensantes tentem e vigiem

O correspondente no Brasil da revista Der Spiegel autor do livro “GUYANA PROJEKT” onde revela baseado em pesquisa realizadas na Alemanha e no Brasil pouco antes da segunda guerra mundial militar alemão (nazistas), tinham intenções de criarem um núcleo (base de operações), na selva Amazônica.

Através dessa base, pretendiam esses militares invadirem o Suriname e a Guiana Francesa. O autor do livro que está fazendo grande sucesso na Alemanha, Jens Glüsing, revela um trecho de correspondência trocada por um alemão de nome Otto Schutz KampfhenKe enviado ao poderoso general nazista Heinrich Himmeler, onde com entusiasmo afirma ser “um lugar perfeito para ali ser colonizada pela raça nórdica ariana”.

A revista Der Spiegel traz matéria com várias fotos.

 

Nazis im Dschungel-Camp

Eine Nazi-Kolonie im Amazonas-Dschungel? 1935 brachen deutsche Forscher zu einer Expedition in Brasiliens Urwälder auf – und entwickelten den Plan, mit einem NS-Expeditionskorps ein "Deutsch-Guayana" zu erobern. Bis heute finden sich im Dschungel Relikte der braunen Entdecker. Von Jens Glüsing

 

Amazonas-Expedition

 

Eine Nazi-Kolonie am Amazonas? 1935 brachen deutsche Forscher zu einer Expedition in Brasiliens Urwälder auf – und entwickelten den Plan, mit einem Expeditionskorps ein "Deutsch-Guayana" zu erobern. Bis heute finden sich dort Relikte der braunen Entdecker.

  Hakenkreuz-Grab im Dschungel        

 

 

 

Hakenkreuz über dem Amazonas

Hakenkreuz über dem Amazonas: Auf ihren Expeditionsbooten hissten die Deutschen neben der brasilianischen auch die Hakenkreuz-Flagge des Dritten Reichs. Die Stromschnellen des Rio Jury machten den Abenteurern schwer zu schaffen. Expeditionsleiter Schulz-Kampfhenkel sank gar mit seinem Boot und musste einige Tage im Dschungel ausharren, bevor seine Begleiter ihn wiederfanden.

 

 

Deutsche Überflieger

 

 

Ungleiche Freunde

 

Ungleiche Freunde: Für seine Amazonas-Expedition gewann Otto Schulz-Kampfhenkel vor Ort einen Indio vom Stamm der Aparaí als Führer, der die Deutschen bis zu den Pfahlbau-Indianern im äussersten Norden Brasiliens lotste. Karl-May-Fan Schulz-Kampfhenkel taufte seinen einheimischen Helfer kurzerhand "Winnetou".

 

Am Rio Jary

Am Rio Jary: Der Wasserfall Santo Antonio am Rio Jary in Brasilien. Hier hatten Otto Schulz-Kampfhenkel und seine Mitstreiter das Basislager für ihre 17-monatige Expedition den Amazonas hinauf aufgeschlagen.

 

"Rätsel in der Urwaldhölle" 

"Rätsel in der Urwaldhölle": Nach seiner Rückkehr widmete sich Otto Schulz-Kampfhenkelder medialen Verwertung seiner Abenteuer. Sein Expeditionsbericht "Rätsel der Urwaldhölle" erschien 1938 als Buch, die Ufa lancierte seinen gleichnamigen 90-minütigen "Großfilm deutscher Forschung", der wochenlang in Kinos von Flensburg bis München lief. Der "Illustrierte Filmkurier" widmete dem Streifen 1938 sogar eine Titelgeschichte.

 

Klischees im Kino

Klischees im Kino: Otto Schulze-Kampfhenkels Film "Rätsel der Urwaldhölle" passte perfekt in die NS-Klischees von arischen Übermenschen und dunkelhäutigen, angeblich primitiven Kulturen. Südamerika sah er als als großräumiges Siedlungsland "für ein nordisches Herrenvolk". Die Aufnahme zeigt einen Ausriss aus der Zeitschrift "Film Kurier" von 1938 mit einem Artikel über den Film.

 

Vor dem Aufbruch

Vor dem Aufbruch: Auch die brasilianische Zeitung "Gazeta de Noticias" interessierte sich im August 1935 für den deutschen Otto Schulz-Kampfhenkel und seine Expedition auf dem Rio Jary.

 

Joseph Greiners Grab

Joseph Greiners Grab: Das Grabkreuz des deutschen Expeditionsteilnehmers Joseph Greiner im brasilianischen Urwald in der Nähe des Wasserfalls von Santo Antonio ist heute eine Touristenattraktion. Allerdings kennt kaum jemand aus der Gegend die Geschichte des Grabmals, wilde Legenden ranken sich um das geheimnisvolle Grab.

   Fotos Hizufügen

-Pois é… Quem diria? Isso já acontecia em l935.

–Mais, muito mais, Eternamente-.

Publicado outubro 27, 2008 por heitordacosta em Uncategorized

Cabeças Pensantes atentem e vigiem -A Ciranda –   Leave a comment

   Foto-Heitor           Cabeças Pensantes atentem e vigiem
 
                                                      A Ciranda
 
 Mais uma vez a senhora Ana rosa nos brinda com mais uma pérola, e eu, peço licença para reproduzi-la.
 
 
 

 

 

 

 

Entrou em Loop

Para quem não conhece o conceito, aqui fica claro o que significa quando se diz que um programa entrou em loop

O diretor disse à secretária: Vamos viajar para o exterior por uma semana, para um Seminário, faça os preparativos da viagem!

A secretária faz uma chamada para o marido: Vou viajar para o exterior com o diretor por uma semana. Cuida-se, querido.

O marido liga para a amante: Minha mulher vai viajar para o exterior por uma semana, então nós vamos passar a semana juntos, meu docinho!

A amante liga para um menino a quem dá aulas particulares: Tenho muito trabalho, na próxima semana não precisa vir às aulas.

O menino liga para o seu avô: Vô, na próxima semana não tenho aulas, a minha professora estará ocupada. Vamos passar a semana juntos.

O avô (que é o diretor desta história) liga para a secretária: Vou passar a próxima semana com o meu neto, não poderemos participar naquele Seminário. Cancele a viagem.

A secretária liga para o marido: A próxima semana o meu diretor tem muito trabalho, cancelamos a viagem..

O marido liga para a amante: Não poderemos passar a próxima semana juntos, a viagem da minha mulher foi cancelada.

A amante liga para o menino das aulas particulares: Esta semana vamos ter aulas como normalmente.

O menino liga para o avô: Vô, a minha professora disse que esta semana tenho aulas. Desculpe-me, não vai dar para fazer-lhe companhia.

O avô liga para a sua secretária: Não se preocupe, na próxima semana vamos participar daquele Seminário. Continue com os preparativos.

Imagine o resto da história!

   

–Mais, muito mais, eternamente-,   

 

 
 
 

Publicado outubro 27, 2008 por heitordacosta em Entretenimento

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Foto-Heitor      O Vôo da Aguia

 

Procurando um documento em meus arquivos encontrei uma crônica de frei Betto, postada no século passado no jornal “O DIA”. Entendendo que o assunto abordado “ser ou não ser”, sobrevive ao tempo e ao espaço, com licença de vocês reproduzo ipsis literis.

 

 

Imagem1 aguia branca

 

A águia vive cerca de 70 anos. Mas para atingir essa idade, aos 40 ela deve tomar uma difícil decisão: nascer de novo, pois suas unhas ficam compridas e flexiveis, dificultando agarrar as presas com as quais se alimenta. O bico alongado e pontiagudo se curva. As asas, envelhecidas e pesadas, dobram-se sobre o peito, impedindo-a de empreender vôos ágeis e velozes.

Restam à águia duas alternativas: morrer ou passar por uma dura prova, ao longo de 150 dias. Essa prova consiste em voar para o cume de uma montanha e abrigar-se num ninho cravado na pedra. Ali, ela bate o velho bico contra a pedra, até quebrá-lo. Espera, então, crescer o novo bico, até que possa arrancar as suas unhas. Quando as novas unhas despontam, a águia extirpa as velhas penas e, após cinco meses, crescidas as novas penas, ela atira-se renovada ao võo, pronta para viver mais 30 anos.

Reaprender a voar é ousar recolher-se para começar de novo. Eis a sabedoria de todas as religiões tradicionais ao exigir de seus noviços um tempo de reclusão. O mesmo ocorre em muitas tribos indígenas, quando o jovem, para ser considerado adulto, é recolhido a uma cabana isolada, onde o xamã o submete a provas e o introduz em conhecimentos específicos. Mas é preciso voar até a montanha. De cima, vê-se melhor.Talvez por isso, Deus, ao criar o ser humano, tenha colocado a cabeça acima do coração. Ver com as emoções é correr o risco de desfigurar os desenhos.

E saber esperar. Primeiro, ousar perder o que envelheceu: o bico, as unhas, as penas. Despojar-se do que atravanca os nossos passos. Segundo, aguardar pacientemente o tempo da maturação. Enfim, dar o salto, abrir as asas para vida e, sem medo, empreender o vôo rumo a novos horizontes. 

 

—–Um bom final de semana a todos.

 

–Mais, muito mais, eternamente-.

Publicado outubro 25, 2008 por heitordacosta em Uncategorized

Cabeças Pensantes atentem e vigiem   Leave a comment

Publicado outubro 25, 2008 por heitordacosta em Uncategorized

Cabeças Pensantes atentem e vigiem – A Marca-   Leave a comment

           Foto-Heitor                                                                           

                                              Cabeças Pensantes atentem e vigiem

                                               A Marca.

 

          

Cabeças Pensantes atentem e vigiem

 

Quero pedir licença e comunicar a todos que me prestigiam, que hoje, quinta-feira 23 de outubro de 2008, ultrapassou a marca de

             50.208

acessos no nosso site Cabeças Pensantes. Graças a vocês esse fato é possível!

Estou consciente que a cada dia que passa minha responsabilidade aumenta. Tenho recebido inúmero email solicitando que eu divulgue fatos que agridem a ordem constituída. Tudo será apurado e dentro de critérios legais serão revelados.

Agradecido a todos.

-Mais, muito mais, eternamente-

 

 

 

         

 

Publicado outubro 23, 2008 por heitordacosta em Utilidade Pública

Cabeças Pensantes atentem e vigiem-Os desencontros-   Leave a comment

  
 
             Foto-Heitor            Cabeças Pensantes atentem e vigiem
 
                                                         Os desencontros
 

-Justine, eu imagino ser possível, se ficarmos falando sobre esse assunto, amanhecer, ainda assim, você não terá terminado a relação, o demonstrativo do seu poder econômico.

-Querido para sua informação, talvez um ano levasse para listá-los. Porém, não é sobre isso que estou falando. Quando mencionei, destaquei alguns valores, fi-lo com a intenção de mostrar-lhe que a falta de poder econômico em relação à manutenção da nossa causa, da nossa luta, não existe e, não será motivo para que provoque uma desistência. Muito pelo contrário; é mais fácil um motivo fútil, nos afastar dos nossos objetivos, do que faltar recursos para levarmos os nossos sonhos em frente. Quanto ao paradoxo, não é preciso falar sobre ele agora; enquanto eu existir, sonhar e, puder alimentar esses sonhos. Então querido, para que você finalmente aquiete seu espírito, eu a partir desse momento coloco-me a seu comando, ouvirei atentamente suas observações, acatarei as correções, discutiremos qual estratégia iremos adotar, não importando o quanto isso nos custará financeiramente, quero também dizer-lhe nesse momento, que LHE AMO, AMO MUITO! Sempre lhe amei. Eu preciso muito de você! Farei qualquer coisa para lhe fazer feliz. Não haverá mais desencontros em nossas vidas.

-Justine, houve uma fase em minha vida que tudo faria o permitido a um mortal, para dizer-lhe algo parecido. Mas, antes da chegada daquele esperado momento, um instante me revelou espantoso fato, que provocou um efeito devastador na minha ilusão, nos meus sentimentos. Só depois de um longo espaço de tempo, consegui através dos inúmeros desencontros a cicatrização desses ferimentos.

 

-Querido, sempre alimentei o meu imaginário afetivo com sua soberana imagem. A cada fase da minha existência, o meu amor por você vivia ao sabor da quimera. Não haveria lugar e não poderia existir nada que pudesse provocar qualquer mal a você por meu intermédio. Eu sempre lhe amei.

-Justine, você se lembra do seu aniversário comemorado na igreja santa Quiropita onde na ocasião você festejava seus dezoito anos? Quando involuntariamente surpreendi você e a Heleninha osculando intensamente naquele corredor que liga a sacristia ao adro?

-Querido! Nós éramos jovens, vivíamos em uma época ainda não permissível, liberal. A busca da revelação do oculto, o gosto do fruto proibido que sacuda, afligia nossos sentimentos, os nossos desejos, a nossa libido. Não houve nenhum outro tipo de relacionamento entre eu e, a Heleninha, apenas o da procura, do prazer, da felicidade, da conquista e da perda.

-Justine, na minha família-somente em caso de muita consideração, – poderíamos entender esse comportamento, como -fruto de um desajuste comportamental social-. Na nossa época os principais códigos -da moral e da ética- que regiam os procedimentos sociais não aprovariam esse tipo de conduta. Eu como filho homem, único na família, vivia dentro desse universo da moral e da decência. Simples palavras me acompanham desde criança; bom-dia, boa-tarde, boa-noite, como vai o senhor, a família como tem passado? Dá licença, agradecido, por favor. Aprendi também que deveria ajudar uma pessoa de idade atravessar a rua. Devia tomar benção ao pai e a mãe, a tia o tio, a madrinha o padrinho. Aos padres devia, porém, evitava. Aprendi em casa com os meus pais a praticar as boas ações e, aperfeiçoei este aprendizado no escotismo, onde ingressei aos nove anos.

As atividades desenvolvidas pelo grupo, – passeios, acampamentos, atividades filantrópicas, esportivas, – revelavam a mim como entender e, resolver situações, ser solidário. Percebi que a minha individualidade continuava existindo, mesmo que fizesse parte de um grupo, onde o respeito a ela, em todo tempo era uma realidade. Assim, a minha formação, sempre em processo de evolução mantivesse-se fiel a esses princípios. Então, você a de compreender qual a intensidade do choque em mim, naquele momento provocou o fato.

-Querido; perdoe-me pelo mal que involuntariamente lhe causei. Foi um fato isolado, de ato único. Agora eu compreendo porque você ficou algum tempo, – acho que dois anos, – sem falar comigo. Eu penso que esse incidente, já se perdeu no tempo e no espaço. O importante é agora não haver mais desencontros, nada que nos afaste um do outro.     Querido, você sabe qual é o meu desejo neste mágico momento de encantamento?

-Espero que não seja nada que você não possa satisfazer.

-Eu tenho vontade de interromper por instantes o som desse maravilhoso sexteto e, revelar no microfone para os nossos convidados e amigos presentes, o nosso amor, o nosso noivado.

-Justine, não fique magoada, mas o momento não é oportuno. Como lhe disse antes, eu estou precisando reformular analisar a minha vida, a participação neste confuso processo.

 

Para mim também é muito importante que você entenda que o meu amor, os melhores sentimentos, sempre foram dedicados a você. Estou neste momento menos infeliz, muito vaidoso, saber que tenho o amor, carinho, atenção de uma mulher poderosa, cobiçada e, desejada pelos senhores donos de poderes. Porém, eu não estou preparado para viver essa ocasião própria agora. Justine, eu não quero amar você só pela emoção e, o meu racional está perturbado, ocupado por encontrar uma solução que venha nos ajudar vencer as batalhas que iremos travar com os nossos inimigos.

Eu gostaria de propor a você meu querido amor; logo após o seu regresso, discutiremos um plano que eu estou elaborando, então, poderemos convidar o embaixador Alfredo e, o nosso adido militar, general Adalberto e, submeter a eles as nossas sugestões.

-Querido; como lhe disse anteriormente, eu estou sob seu comando, entretanto, gostaria de saber a sua opinião, no caso de adiar a minha ida a Argélia. Acredito que o Gedenilson não irá se importar em esperar por mais uns dias. Eu pensei agora oferecer a ele algo mais que o encontro, e você é que terá de avaliar, decidir. Eu pretendo entrar em contato com o meu amigo, embaixador francês Gui Lafond, que está à frente da representação diplomática francesa há seis anos na Argélia, – foi ele que me ajudou conseguir o asilo da Heleninha, – pedindo-lhe que veja a possibilidade de solicitar ao seu amigo particular de longa data, o xeque Abdula Homar Salebe Sued, tornar possível a uma amiga brasileira, asilada em seu país, obter um salvo conduto que propicie a está cidadã, ausentar-se por breve período de sua tutela, para tratar da documentação que lhe permitirá contrair núpcias na cidade de Loire, sul da França, sob a responsabilidade do embaixador Gui Lafond.

-Justine, você acha isso possível?

-Por que não querido? Isso só não acontece quando as pessoas envolvidas são comuns, ou “pequenas”.                                  Como agradecimento e reconhecimento a tão significativo gesto de boa vontade e amizade, eu farei uma apresentação de toda coleção outono-inverno, para o querido xeque Homar Salebe Sued, em um dos seus palácios, com a presença de todas as modelos contratadas da Maison Zoom Santé. Agora o mais fantástico desse plano: junto ao casamento do Gedenilson com a Heleninha, realizaremos o nosso. Os festejos serão realizados neste castelo!

-Face a face; seus olhos grandes, verdes, irradiam esperanças, incertezas aflitivas. Mais uma vez, delicadamente me hipnotizam. A espera do sim me devora digeri-me, sua ansiedade. Ainda não consegui dizer-lhe que também anseio por este fato. O silêncio revela o embargo das minhas palavras pela emoção. Ali, bem perto de mim, o monumento! O conjunto carne-osso, como se esculpido fosse, ao sabor da genialidade do artista. O presente vive o presente e, espera pelo presente. Referência do ilusório imaginário popular, sonho virtual do consumo. Quintessência da espécie humana!

-Abraça-me querido, é preciso eternizar esse espaço pequeníssimo, mas indeterminado de tempo. Eu estou muito feliz!

-Justine

-Querido beije-me.

–Trecho do meu livro DOSSIÊ.

—Mais, muito mais, eternamente-.

 

  

Publicado outubro 20, 2008 por heitordacosta em Recordações

Cabeças Pensantes atentem e vigiem- Os deuses e os Ventos-   Leave a comment

      
    Foto-Heitor       Cabeças Pensantes atentem e vigiem
 
                                             Os deuses e os ventos (parte lV)
 
 
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 —Mais, muito mais, eternamente-.
 
 
 
 
 
 
               
 
 
 
 
 

Publicado outubro 16, 2008 por heitordacosta em Cultura

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                                                                            Os deuses e os ventos (parte lll)

     Foto-Heitor

Como é que o fenômeno natural do vento é formado?
Este artigo é sobre a formação de um dos fenômenos da natureza: o vento. Pensou-se como hipótese o vento ser formado pelas diferenças na pressão atmosférica. Neste artigo, vamos investigar se esta hipótese é verdadeira ou falsa, usando argumentos, normalmente fatos, que aqui traremos.

Para sermos capazes de responder à questão “Como é formado o vento”, primeiro necessitamos saber o que é o vento: o vento é um movimento do ar. Parece muito simples, mas é bastante mais intrigante.

Existem vários fatores que podem influenciar a formação do vento. O fator mais direto é a diferença da pressão atmosférica: esta é causada pelas diferenças de temperatura e leva ao movimento do ar de um sítio com alta pressão atmosférica para outro sítio com baixa pressão atmosférica. Quanto maior a diferença de temperatura, também é maior a diferença na pressão do ar, a velocidade do ar e, logo, maior a velocidade do vento.

O segundo fator é a rotação da Terra: o ar em movimento chega, dependendo da velocidade e distância pelo qual o vento passa, a uma deflecção, no hemisfério norte, para a direita, e no hemisfério sul, para a esquerda, passando pelo “efeito Coriolis”. Isto é apenas aparentemente um movimento, pois na verdade trata-se de um movimento da Terra que gira. O efeito Coriolis é tão grande (quanto maior a velocidade do vento, tanto maior a deflecção), que o ar não consegue chegar a um sítio com uma baixa pressão propriamente. Isto não é válido para os últimos quilómetros da atmosfera. O vento não desacelera apenas o seu movimento quando em contato com a Terra mas também quando desce a uma zona de baixa pressão. Então, as diferenças de pressão vão desaparecer, para aparecer noutro lado sob a forma de aquecimento da superfície terrestre e da atmosfera pelo sol.

Se a fricção com a terra não existisse, o vento não seria capaz de passar de uma alta para uma baixa pressão, e então as zonas de alta e baixa pressão existiriam para sempre. Esta é a lei de Buys Ballot, o fundador do KNMI. Isto é exatamente o que acontece nas camadas superiores: o vento nunca chega à zona de baixa pressão porque não há fricção com a Terra e porque o vento deflete por causa da rotação da Terra. Os ventos nas camadas mais altas não defletem. A força de defleção da rotação é maior quanto maior for a diferença de pressão (gradiente de força de pressão), onde o vento flutuará paralelamente entre as zonas de vento geotrópico. Por fim, o vento tem uma velocidade maior quanto mais alta a camada de ar, porque não há frição com a terra.

A nossa conclusão é que o vento é formado pelas diferenças de temperatura que causam baixas e altas áreas de pressões que levam o ar (vento) a dirigir-se de uma alta para uma baixa pressão, contando com a rotação da terra e a frição com a terra.

——Mais, muito mais, eternamente-.

Publicado outubro 15, 2008 por heitordacosta em Cultura