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                                           Cabeças Pensantes atentem e vigiem
 
                                      O Latifundio a Igreja
 
 
 
         

Cabeças Pensantes atentem e vigiem

O latifúndio, as leis, a Igreja.

Para combater a impunidade que privilegia e encobre a escalada das invasões e depredações dos bens públicos e privados pelos participantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), os parlamentares da bancada ruralista estão empenhados para aprovar um projeto de lei (PL), de autoria da senadora Kátia Abreu (DENTO) que pretende restringir o acesso ao campo.

A proposta estabelece que só tenha direito a Terra, trabalhadores rurais e profissionais de ciências agrárias, – técnico agrícola, engenheiro agrônomo e florestal e veterinário-, além dos filhos de agricultores.

Para serem inseridos no programa, os interessados terão que ter pelo menos cinco anos de experiência com atividade agropecuária.

Se o projeto for aprovado, grande parte da massa manipulada que nada entende de plantio, de Terra, irá engrossar o número de dependentes da BOLSA FAMÍLIA.

Por outro lado, o arcebispo emérito do Rio de Janeiro Dom Eugenio Sales, revelou recentemente os resultados obtidos pela iniciativa da arquidiocese de Natal com um projeto para o campo denominado “PUNAÚ é MODELO DE REFORMA AGRÁRIA”, onde foram beneficiadas 49 famílias e, dentre eles cinco imigrantes japoneses.

O sucesso dessa iniciativa vitoriosa é apoiado em uma assistência técnica e infra-estrutura, que garantem o êxito da produção agrícola. O cardeal observa: “Com o progresso da Humanidade, o cultivo do solo mudou profundamente. O tipo de agricultura, para alcançar bons resultados hoje, é diverso do passado recente”.

Para se ter uma idéia, o trabalho no campo hoje em dia é todo ele informatizado. A tecnologia – de ponta- é fator prepoderante, o maquinário moderno, além de climatizado-ar condicionado em seu interior-, tem todas suas funções computadorizadas. Como exemplo de sua capacidade produtiva, uma área que antes necessitava da presença de N pessoas para efetuar uma determinada colheita, hoje ela é feita em pouco tempo

A agricultura que não está adequada a essa realidade, não conseguirá obter bons resultados. Porém ele é um fator excludente, e essa situação precisa ser mais bem tratada.

Qualquer cidadão (?) que por falta de oportunidades, -imigrante do interior no grande centro urbano- pretenda retornar as suas origens na esperança de “ganhar” um pedaço de Terra, para ali de forma precária encontrar meios de sobrevivência, – agricultura familiar-, ou aqueles que politicamente de forma consciente ou até inconscientemente fazem parte desses movimentos “sociais”, terão suas pretensões rejeitadas pela aprovação da lei em tramite ou, excluídos pelo desenvolvimento tecnológico instalado no campo.

Então o que faremos com esse contingente excluído? Será a igreja com seu modelo a solução?

 – Mai, muiot mais, eternamente-. 

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Publicado abril 25, 2008 por heitordacosta em Notícias e política

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