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Sonho de uma Tarde de Verão   2 comments

  
 
 
 
 
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Publicado novembro 23, 2007 por heitordacosta em Uncategorized

Sonhos de uma Tarde de Verão   Leave a comment

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Cabeças Pensantes atentem e vigiem

Sonhos de uma tarde de Verão

O ensaio tinha terminado, o programa era o que mais apresentava por metro quadrado as melhores mulheres da noite. Desde as certinhas do Stanislaw Ponte preta a Carlos Machado o-Rei das Noites Cariocas-. Carmen Verônica, Consuelo Leandro, Georgia Quental, Nélia Paula, Lady Hilda, Anilza Leone, Eloá, Angelita Martines, Esmeralda, Darlene Glória, Rose Rondeli, Sonia Mamede, Íris Bruzzi  e, outras que eu não lembro.

Eu tinha por hábito ir todo dia após o meu ensaio ao Arpoador no inicio do lusco-fusco, apreciar o por do sol. Mas, naquele dia resolvi subir ao segundo andar e olhar a orla de Copacabana da varanda do estúdio A. Era um lugar onde eu levava minha câmera e ficava captando imagens aleatoriamente e que o meu amigo Editor de Vt Paulo Cerqueira gravava para o nosso arquivo. A vista da orla era total do posto seis ao leme, Av. Atlântica ainda não fôra duplicada. Diante dessa magnífica paisagem flutuavam meus pensamentos, quando só trazido de volta a realidade ao receber um abraço de Julia –nome fictício- minha namorada.

Ela nascera na Paraíba, porém, seu biofísico, ostentava de forma marcante os traços do colonizador-holandês-. Eram altas pernas cumpridas bem torneadas seus cabelos ruivos, e um sorriso brejeiro que a todos encantava. Formou-se pela Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro em artes plásticas. Na Televisão atua como cenógrafa sendo responsável pela criação de cenários de alguns programas que eu participo. 

Naquela época, anos 60, o nosso comportamento era voltado quase que em forma total a arte, embora todos fossem profissionais. –Pensar em arte, fazer arte e, viver e amar em outro plano-. Nossas referências iam de Jean Luc, a Antonioni, Fellini, ao cinema francês-a câmera passeando, revelando outras formas de planos-, tudo discutido, vivido nas mesas do Pigalle nos fins de noite.

Apesar de não haver quase realizações de programas em externas nós éramos vistos e considerados como pertencentes a uma classe privilegiada, distante daqueles pobres mortais.

Julia gostava de ouvir a minha opinião em relação ao seu trabalho sempre que criava um cenário novo. Assim, não poderia ser diferente naquela ocasião. Deixamos a varanda e adentramos no estúdio. O cenário estava sendo montado, Julia queria saber de mim se as alturas das tapadeiras laterais do cenário não estavam altas de mais para a iluminação, ou baixas para o enquadramento das camêras. Eu estava sentado na base de sustentação da câmera distante uns cinco metros de onde estava Julia, como o programa que eu iria participar só começaria mais tarde, decidi ali permanecer ouvindo e vendo a movimentação de Julia – uma bela mulher-. Imaginava os possíveis takes que eu poderia realizar, pois o cenário tinha elementos de decoração aérea – lustres- que ofereciam possibilidades de vários takes. Também imaginava ter Julia entre meus braços, mais tarde.

Vivendo esse momento mágico, sou surpreendido pela presença de uma pessoa de pé parada atrás de mim, que passando sua mão por cima do meu ombro, estendendo-a revela nela, uma bala de chupar. Viro-me para ver, era o maquiador -hoje seu nome é Rogéria- Ele diz. -Heitor alguém mandou para você. Olho em volta ninguém, digo-lhe em tom de gozação que ele fale para a pessoa vir e colocar em minha boca a bala.

Julia continuava empenhada na sua labuta, eu não dei importância ao fato, pois ali só existia gozadores, porém, logo em seguida, da mesma forma de como fui abordado pelo maquiador ,sou novamente, só que agora a imagen é outra. No primeiro instante tive dificuldade de ver quem era, mas quando se abaixou perto de mim, quase de onde estava sentado. Ela tira o papel que envolvia a bala coloca-a em sua boca  entre seus dentes e em seguida me beija, e sussurra no meu ouvido: vou te esperar no Pigalle depois do programa para irmos jantar. Levanta-se lentamente e com as passadas que lhe são peculiar -parece uma Gazela- sai do estúdio. Ela tem um metro e oitenta de altura também perna longa, uma das mulheres mais cobiçadas, sonho de consumo do imaginário popular. Ali, olho no olho. Isso só era possível pela lente da minha câmera. Não posso imaginar que isso seja real, eu sonho, mas seu perfume, a bala, não pode ser surreal. Julia ainda fala com seus carpinteiros pintores. Ela nada percebeu.

Assim começou meu romance com Carmen….. Durante dois anos maravilhosos vivemos o amor intensamente.

 Quanto a Julia, soube depois de três anos  passados, que ela havia sido detida dentro de uma célula estourada pelos Órgãos de repressão, e nunca mais soubemos de seu paradeiro.

 

-mais muito mais, eternamente-. 

 

Publicado novembro 23, 2007 por heitordacosta em Entretenimento

ZUMBI   Leave a comment

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Publicado novembro 20, 2007 por heitordacosta em Uncategorized

O DIA   Leave a comment

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           O DIA

 
 
 
 
Dia da Consciência Negra" retrata disputa pela memória histórica

Preservar a memória é uma das formas de construir a história. É pela disputa dessa memória, dessa história, que nos últimos 32 anos se comemora no dia 20 de novembro, o "Dia Nacional da Consciência Negra".  Nessa data, em 1695, foi assassinado Zumbi, um dos últimos líderes do Quilombo dos Palmares, que se transformou em um grande ícone da resistência negra ao escravismo e da luta pela liberdade. Para o historiador Flávio Gomes, do Departamento de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a escolha do 20 de novembro foi muito mais do que uma simples oposição ao 13 de maio: "os movimentos sociais escolheram essa data para mostrar o quanto o país está marcado por diferenças e discriminações raciais. Foi também uma luta pela visibilidade do problema. Isso não é pouca coisa, pois o tema do racismo sempre foi negado, dentro e fora do Brasil. Como se não existisse".

Construindo o "Dia da Consciência Negra"

Há 32 anos, o poeta gaúcho Oliveira Silveira sugeria ao seu grupo que o 20 de novembro fosse comemorado como o "Dia Nacional da Consciência Negra", pois era mais significativo para a comunidade negra brasileira do que o 13 de maio. "Treze de maio traição, liberdade sem asas e fome sem pão", assim definia Silveira o "Dia da Abolição da Escravatura" em um de seus poemas. Em 1971 o 20 de novembro foi celebrado pela primeira vez. A idéia se espalhou por outros movimentos sociais de luta contra a discriminação racial e, no final dos anos 1970, já aparecia como proposta nacional do Movimento Negro Unificado.

A diversidade de formas de celebração do 20 de novembro permite ter uma dimensão de como essa data tem propiciado congregar os mais diferentes grupos sociais. "Os adeptos das diferentes religiões manifestam-se segundo a leitura de sua cultura, para dali tirar elementos de rejeição à situação em que se encontra grande parte da população afro-descendente. Os acadêmicos e os militantes celebram através dos instrumentos clássicos de divulgação de idéias: simpósios, palestras, congressos e encontros; ou ainda a partir de feiras de artesanatos, livros, ou outras modalidades de expressão cultural. Grande parte da população envolvida celebra com sambão, churrasco e muita cerveja", conta o historiador Andrelino Campos, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.

a a socióloga Antonia Garcia, doutoranda do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro, é importante que se conquiste o "Dia Nacional da Consciência Negra" "como o dia nacional de todos os brasileiros e brasileiras que lutam por uma sociedade de fato democrática, igualitária, unindo toda a classe trabalhadora num projeto de nação que contemple a diversidade engendrada no nosso processo histórico".

Diferente do 20 de novembro o 13 de maio perdeu força em nossa sociedade devido a memória histórica vencedora: a que atribuiu a abolição à atitude exclusiva da princesa Isabel, aparentemente paternalista e generosa Isabel, analisa o historiador Flávio Gomes. Pesquisas recentes têm recuperado a atuação de escravos, libertos, intelectuais e jornalistas negros e mestiços para o 13 de maio, mostrando como este não se resumiu a um decreto, uma lei ou uma dádiva. Esses estudos também têm resgatado o significado da data para milhares de escravos e descendentes, que festejaram na ocasião.
São poucos os locais onde se mantêm comemorações no 13 de maio. No Vale do Paraíba, no estado de São Paulo, o 13 de maio é dia de festa. "Não porque a princesa foi uma santa ou porque os abolicionistas simpáticos foram fundamentais, mas porque a população negra reconhece que a Abolição veio em decorrência de muita luta", diz Gomes. Albertina Vasconcelos, professora do Departamento de História da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, também lembra que a data é celebrada em vários centros de umbanda na Bahia como o dia do preto-velho e que moradores antigos do Quilombo do Bananal, em Rio de Contas, Bahia, contam que seus pais e avós festejaram o 13 de maio de 1888 com muitos fogos e festas.

Na opinião de Vasconcelos "é importante comemorar, não para contrapor uma data a outra, os heróis brancos aos heróis negros, mas porque é necessário tomarmos consciência da história que está nessas datas, que traz elementos da nossa identidade". Para a pesquisadora, assim seria possível contribuir para desmistificar toda a construção ideológica produzida sobre o povo negro.

Nas escolas: muita proposta, pouca mudança
No início de seu mandato o presidente Lula aprovou a inclusão do Dia Nacional da Consciência Negra no calendário escolar e tornou obrigatório o ensino de história da África nas escolas públicas e particulares do país. Embora a decisão tenha sido comemorada, alguns pesquisadores ressaltam que existem obstáculos a serem ultrapassados para que a proposta se transforme em realidade. "Em geral, a história dada segue o livro didático e ele é insuficiente para dar conta de uma forma mais ampla e crítica de toda a história", ressalta Vasconcelos. Essa avaliação da historiadora é confirmada pela professora de história Ivanir Maia, da rede estadual paulista. "A maioria dos professores se orienta pelo livro didático para trabalhar os conteúdos em sala de aula. Nos livros de história, por exemplo, o negro aparece basicamente em dois momentos: ao falar de abolição da escravatura e do apartheid".

Campos destaca que alguns livros didáticos de história têm sido mais generosos ao retratar a "história dos vencidos", mas ressalta que a maioria, inclusive os livros ligados a sua área – a geografia -, continua a veicular os fatos sociais de forma depreciativa, seja referente ao Brasil ou a África. "Encontramos com fartura os elementos de modo civilizatório ocidental como a única verdade que merece maiores considerações", exemplifica. Uma iniciativa importante que ocorreu nesse período foi o controle dos livros didáticos distribuídos pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), visando evitar a distribuição de livros contendo erros conceituais e representações negativas sobre determinados indivíduos e grupos. Mas, na opinião de Garcia, seria necessário exigir uma maior revisão nessas obras: "os livros didáticos precisariam abordar a participação do povo negro na construção do país, na construção da riqueza nacional, na acumulação do capital e também as suas batalhas, rebeliões, quilombos e suas lutas mais contemporâneas".

Paula Cristina da Silva Barreto, professora da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal da Bahia, destaca que, além dos livros didáticos, outro foco importante são as propostas de mudança na formação dos professores. "Foi tímido o trabalho feito pelo MEC nessa direção até o momento", critica a pesquisadora. Na avaliação dela, sem professores bem preparados para abordar temas complexos, como os abordados nos PCNs, "é muito difícil obter sucesso com a alteração curricular e existe uma grande probabilidade de que as escolas não coloquem em prática o que foi proposto". Os baixos salários pagos e as condições de trabalho desanimadoras nas escolas são fatores também destacados pelos pesquisadores como possíveis responsáveis pelo pequeno envolvimento dos professores com propostas que visam abordar a diversidade étnica e problematizar a questão do negro no Brasil no interior das escolas.


 

Experiências educativas alternativas
Existem diversos programas educativos espalhados pelo país que são propostos e organizados por entidades ligadas aos movimentos negros brasileiros. Para Campos, a diferença fundamental entre essas propostas e o ensino escolar "é o comprometimento daqueles que montam os programas. Em geral são frutos de experiências de grupos ligados aos problemas dos afro-descendentes; buscam, sobretudo, a eliminação da desigualdade através de um instrumento poderoso: a consciência cada vez maior da coletividade". Como exemplos, o pesquisador cita o Projeto da Mangueira, voltado para os esportes, que já existe há muito tempo, além de experiências que têm levado meninos e meninas às escolas de sambas-mirins no Rio de Janeiro.

Barreto, que tem acompanhado de perto alguns projetos na área de educação implementados por organizações anti-racistas e/ou culturais de Salvador, destaca como exemplos bem sucedidos a Escola Criativa do Olodum, o projeto de extensão pedagógica do Ilê Aiyê e o Ceafro. "Essas experiências têm sido importantes por fomentarem o debate e gerarem demandas por mais qualidade do ensino público, por um currículo menos eurocêntrico e mais multicultural e multirracial, por melhores livros didáticos e por um ambiente racialmente mais democrático nas escolas", diz Barreto. O mais interessante é que esses projetos se transformaram em referência para as políticas adotadas por órgãos oficiais como o Ministério Educação (MEC) e as Secretarias de Educação. Combinando educação formal e não-formal esses projetos tratam, por exemplo, de conteúdos presentes no currículo oficial em espaços como os barracões dos terreiros de candomblé ou as quadras dos blocos afro; outros utilizam parte da produção cultural das organizações – letras de música, mitos africanos etc. – no currículo das escolas regulares. O ensino de História da África, na escola do Ilê Aiyê, já acontece há vários anos.

Para Barreto "é de fundamental importância o fato de que as crianças e jovens negros e mestiços são positivamente valorizados nesses projetos, elas são consideradas como portadores de direitos, o que tem um efeito direto sobre a auto-imagem e a construção da identidade pessoal e coletiva". Atualmente, a socióloga trabalha com projetos educativos voltados para a democratização do acesso e a permanência de estudantes negros e mestiços no ensino superior e coordena o programa A cor da Bahia, que há dez anos realiza pesquisas, publicações e atividades de formação na área de relações raciais, cultura e identidade negra na Bahia. Desde 2002, o programa desenvolve o projeto tutoria, que cria estratégias diversas para estimular, apoiar e promover a formação de estudantes negros que ingressaram na Universidade Federal da Bahia. Com o apoio do programa Políticas da cor fornecem bolsas de ajuda de custo aos alunos e orientação acadêmica, visando o ingresso destes no mercado de trabalho e em cursos de pós-graduação em condições mais competitivas. Na opinião de Barreto, ainda há muito para ser feito com no sentido de assegurar uma maior democratização – em termos raciais e econômicos – do sistema de ensino superior público.

"É preciso entender que a desigualdade no Brasil tem cor, nome e história. Esse não é um problema dos negros no Brasil, mas sim um problema do Brasil, que é de negros, brancos e outros mais", avalia Gomes.

   

  


                                                                                                                                 

Publicado novembro 20, 2007 por heitordacosta em Notícias e política

Da SÉRIE MEU BRAZIL brasileiro   Leave a comment

 

 

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             Da Série meu ‘BRAZIL’ brasileiro.

O Tribunal de Contas da União (TCU) atualmente vem encontrando dificuldades para executar sua fiscalização nas contas do dinheiro público gastos em construções FARAÔNICAS, não adequadas ao momento vigente, nos estados e na União.

Ocorre uma discordância em relação à construção da sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), orçada em R$. 330 milhões. Essa obra é um delírio, uma afronta para o atual momento em que atravessa o país, onde ainda se morre por falta de atendimento em filas de hospitais e, de fome, em regiões fora da abrangência do Sul maravilha.

Mas, a febre utópica não para neste projeto, outros como o do prédio do Tribunal Superior do Trabalho (TST), custou R$ 200 milhões, a sede do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em R$170 milhões, o Supremo Tribunal Federal (STF) que construiu o seu no valor de R$ 150 milhões e, agora embarcando no trem da alegria, está o Superior Tribunal Militar (STM), pretende uma sede nova no valor de R$ de 250 milhões.

Há muito tempo os Templos foram profanados pelos representantes dos deuses. Atentai porque isso é bíblico.

Enquanto isso veja: o juiz Federal João Carlos da Rocha Mattos o Best the Best, preso há quatro anos pela Policia Federal (PF) na Operação denominada Anaconda, obteve ganho de Habeas corpus do Superior tribunal de Justiça (STJ), porém, não será solto por ter outras condenações.

O juiz Rocha Mattos, aquele que tem os cabelos cacheados, brancos, iguais aos do anjinho Barroco, foi condenado a 22 anos de prisão por corrupção passiva, formação de quadrilha, falsidade ideológica, peculato, prevaricação, supre4ssão de documentos públicos, denunciação caluniosa e abuso de autoridade.

A outra face da moeda a boa, a que chamamos de cara, vai encontrar o digníssimo ODILON DE OLIVEIRA, JUIZ, atualmente em Mato Grosso do Sul, que durante o período em que atuou como titular das três varas em PONTA PORÃ MANDOU PARA CADEIA 120 TRAFICANTES. O premio recebido, se existisse, foi de estar vivendo a mais de 15 anos 24 horas sob proteção da Policia Federal (PF) praticamente em -prisão domiciliar- sem ter uma vida social e familiar normal. Para manter sua saúde exercita-se em área militar. Não pode passear com os seus parentes realizar visitas em casas de amigos.

Esse JUIZ deveria ser tratado com Pompas e circunstâncias. Esse é o nosso                               

PATRIMÔNIO MORAL, EXEMPLO a SER SEGUIDO.  O Resto nada mais é.

– Mais, muito mais, eternamente-.      

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               Da SÉRIE MEU ‘BRAZIL’  brasileiro. 

Publicado novembro 18, 2007 por heitordacosta em noticias e opinião

ALGUMAS FOTOS DO MEU DOCUMENTÁRIO   Leave a comment

 
  Sexy ALGUMAS FOTOS DO MEU DOCUMENTÁRIO ‘ANJOS DO MAR’.
 
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Publicado novembro 16, 2007 por heitordacosta em Saúde e bem-estar

Da Série meu ‘Brazil’ brasileiro   Leave a comment

      
 
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                  Da Série meu ‘Brazil’ Brasileiro

Ontem durante minha caminhada revi meus amiguinhos – vários pássaros de variada espécies-, que aproveitavam a ausência dos homens maus, de folga, graças a essa coisa que nos chamamos de feriado, – agora também com esse negócio de prolongamento-. “A nossa riqueza permite”.

Por instante até que adorei, mas logo depois, minha bendita lucidez interrompendo esse breve mágico fragmento do nosso tempo cronológico, trouxe-me de volta ao aqui e agora. Como já tenho idade para entender essas situações, revelações-modo de perceber a realidade-, que ora nos deixam maravilhado, ou por outra, indignado aborrecido, confesso que nessa ocasião eu lamentei o dialogo interrompido.

Lembrei de quando residi na cidade de São Paulo. Ali aprendi que a melhor ocasião para tentar conhecê-la, é justamente nesses períodos que a sua dinâmica é travada-feriados-.

É possível caminhar, usar os meios públicos de locomoção de massa e, então apreciar o trabalho do homem na construção, entender a sua cultura, a pujança econômica nas fachadas de seus imponentes edifícios e, nas fumaças das chaminés das suas fábricas.

Penso; de quem será que herdamos esse delírio de grandeza? A Cidade de São Paulo é um caso a parte, mas o que dizer da nossa embaixada na Itália, situada na Piazza Nevonna 14? Quem talvez possa melhor responder seja o ex-presidente Itamar Franco. E o Rio de Janeiro ex-capital da República? Que delírio! Olhem com olhos de verem, a soberba nos frontispícios dos prédios que abrigam as Instituições e Órgãos públicos.

É por essas e outras que sem educação e civismo, somos seres utópicos nesse enredo tragicômico e, sonhamos que amanhã faremos parte de um seleto grupo onde se encontram Xeques Príncipes Reis.

 – Mais muito mais eternamente-.  Sexy                               

Publicado novembro 16, 2007 por heitordacosta em Notícias e política